Autor : OSVALDO DEVAY DE SOUSA – In memoriam.

Advogado. Médico. Escritor.

A VOLÚPIA DA CHUVA

 

Parêntese aberto, só tempo quente,

Às horas enervantes do verão,

Alegre a chuva cai, longa, insistente,

Limpando o turvo céu, limpando o chão.

 

E uma volúpia calma invade a gente,

Carinho e refrigério ao coração.

Enquanto a terra bebe avidamente

Água - seiva de amor, fecundação!

 

O céu despeja cordas de instrumentos,

Convibrantes, tangidas num concerto

De Amor Promessa. Após, em pingos lentos...

 

Um deleitoso espasmo de preguiça

Envolve o corpo num desejo incerto,

Qual se pagã, contrita, ouvindo a missa...

A VOLÚPIA DA CHUVA

 

Parêntese aberto, só tempo quente,

Às horas enervantes do verão,

Alegre a chuva cai, longa, insistente,

Limpando o turvo céu, limpando o chão.

 

E uma volúpia calma invade a gente,

Carinho e refrigério ao coração.

Enquanto a terra bebe avidamente

Água - seiva de amor, fecundação!

 

O céu despeja cordas de instrumentos,

Convibrantes, tangidas num concerto

De Amor Promessa. Após, em pingos lentos...

 

Um deleitoso espasmo de preguiça

Envolve o corpo num desejo incerto,

Qual se pagã, contrita, ouvindo a missa...

A VOLÚPIA DA CHUVA

 

Parêntese aberto, só tempo quente,

Às horas enervantes do verão,

Alegre a chuva cai, longa, insistente,

Limpando o turvo céu, limpando o chão.

 

E uma volúpia calma invade a gente,

Carinho e refrigério ao coração.

Enquanto a terra bebe avidamente

Água - seiva de amor, fecundação!

 

O céu despeja cordas de instrumentos,

Convibrantes, tangidas num concerto

De Amor Promessa. Após, em pingos lentos...

 

Um deleitoso espasmo de preguiça

Envolve o corpo num desejo incerto,

Qual se pagã, contrita, ouvindo a missa...

Academia de Letras do Brasil

Seccional Bahia

© 2017  Criado por Fenix Solução